Estreou-se no cinema com ‘Um Amor de Perdição’, de Mário Barroso, em 2007. Desde então, foi moldando o seu caminho, trilhando um percurso onde o cinema, a televisão, o teatro e, mais tarde, o streaming, foram dando forma a uma carreira sólida e de sucesso. Estudou na Escola Profissional de Teatro de Cascais, tendo, depois, recebido uma bolsa da GDA, para completar a sua formação, na Stella Adler Academy, em Los Angeles. Destacou-se em séries como ‘Rabo de Peixe’ (Netflix), ‘Glória’ (Netflix) e ‘White Lines’ (Netflix). Trabalhou com vários realizadores de renome nacional e internacional, tais como Marco Martins, Pedro Cabeleira, Nick Hamm, João Canijo, Luis Prieto, Gentian Koçi, Mário Barroso, Tiago Guedes, entre outros. Agora, surge com uma nova personagem, em ‘Lords of War’, o novo projeto de Andrew Niccol, realizador nomeado ao Óscar e responsável por filmes como ‘Gattaca’ e ‘The Truman Show’. Este trabalho marca mais um passo importante na crescente internacionalização da carreira de Rafael Morais, reforçando o percurso do ator em produções internacionais de grande dimensão e ao lado de alguns dos nomes mais reconhecidos na indústria cinematográfica.
Como surgiu o convite para integrar este projeto?
Fui convidado para casting, numa fase inicial através de uma selftape. A partir daí, o processo foi-se desenvolvendo em várias etapas, com diferentes momentos de seleção com os casting directors e produtores. Foi um percurso exigente e longo, como é habitual em produções desta escala.
Como foi trabalhar com o realizador Andrew Niccol?






