Spoiler: há formas muito mais inteligentes de lidar com queimaduras solares do que ficar parado à frente da ventoinha com aftersun durante horas.
A verdade é que uma queimadura solar é uma agressão real à pele. E, além do desconforto imediato, pode acelerar o envelhecimento cutâneo e aumentar o risco de danos mais sérios a longo prazo. Por isso, prevenir continua a ser o cenário ideal – mas saber tratar também faz toda a diferença.
Como evitar chegar ao ponto “vermelho tomate”?
Pode parecer repetitivo, mas há três regras básicas que continuam a salvar pele todos os verões:
- Usar protetor solar todos os dias (sim, mesmo quando “não está assim tanto calor”);
- Reaplicar de duas em duas horas;
- Evitar exposição solar prolongada nas horas de maior calor.
E não, “apanhar um bronze rápido” não compensa um escaldão que depois dura dias.
Outro erro comum? Achar que só se queimam na praia. Caminhadas, esplanadas, festivais, rooftops e até dias nublados contam. O sol não precisa de céu limpo para deixar marca.
O que deve fazer quando a pele já está a arder?
A primeira reação costuma ser tomar um duche gelado ou encher a pele de produtos aleatórios encontrados na gaveta. Mas há cuidados simples que ajudam mesmo:
- Refrescar a pele com água morna/fresca;
- Beber muita água;
- Evitar nova exposição solar;
- Usar roupa leve e larga;
- Aplicar produtos específicos para queimaduras solares.
É aqui que entra Halibut Queimaduras®, uma emulsão cutânea criada para ajudar a acalmar, hidratar e regenerar a pele após queimaduras de primeiro e segundo grau, queimaduras solares e outras feridas superficiais não infetadas. Pode ser utilizado por toda a família, incluindo bebés e grávidas.

A textura leve foi pensada precisamente para aquelas alturas em que a pele já não tolera cremes pesados nem fricção. Nas queimaduras solares e queimaduras de primeiro grau, a recomendação é aplicar uma camada espessa e deixar penetrar sem esfregar, repetindo o processo entre duas a quatro vezes por dia.
Há hábitos “caseiros” que devia mesmo evitar
Internet fora, há receitas caseiras que continuam a circular todos os verões – e algumas podem piorar bastante a situação.
Manteiga, pasta de dentes, óleo ou gelo diretamente na pele? É melhor não. Especialistas recomendam evitar tudo o que possa irritar ainda mais a zona afetada ou dificultar a regeneração da pele.
E atenção: se houver bolhas extensas, febre, dor intensa ou sinais de infeção, o ideal é procurar aconselhamento médico.
A checklist de sobrevivência para este verão
Antes de sair de casa, há quatro coisas que vale a pena ter sempre por perto: protetor solar, aftersun ou creme hidratante, água, chapéu ou roupa leve.
E talvez esteja na altura de juntar mais um essencial à lista: um cuidado específico para queimaduras solares, porque ninguém quer passar metade das férias a sofrer por causa de um “só mais 20 minutos ao sol”.
Mais vale prevenir. Mas, quando o escaldão acontece, convém saber exatamente o que fazer.





