José Castelo Branco conquistou uma vitória importante no tribunal a 31 de julho de 2026.
O marchan d’art esteve em sede própria, novamente, contra Roger Basile, filho de Betty Grafstein, num processo sobre o direito de viver no apartamento nova-iorquino que partilhou durante anos com a socialite.
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Castelo Branco não escondeu a satisfação. Ao programa ‘Noite das Estrelas’, da CMTV, confessou: “Cada vez mais estou a conseguir decifrar toda a verdade. Isto tem sido uma grande luta.”
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O socialite fez um balanço dos últimos anos: “Nunca imaginei na minha vida passar pelo que eu passei em 2024, em que sou acusado das coisas mais sórdidas, que nem quero pensar. E que chega em 2025 e por milagre consigo chegar aqui. Enfrento tudo isto, batalha atrás de batalha, não saio do tribunal, é uma coisa horrível.”
Esta não é a primeira vez que José Castelo Branco vence nos tribunais. Em 2025, já tinha tido uma vitória semelhante, mas o regresso a casa trouxe-lhe um novo problema: o atraso no pagamento das rendas. Correu o risco de perder a residência, mas conseguiu saldar as dívidas ao senhorio e provar que vivia no espaço.
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Pedro Nogueira Simões, advogado de Castelo Branco, explicou ao programa o desfecho do processo: “31 de julho de 2026 foi o fim de um processo que tem que ver com o reconhecimento da casa do José. Fomos a tribunal com um colega dos Estados Unidos. Foi o validar de que podem entregar o cheque ao senhorio porque o direito já lhe tinha sido reconhecido. Também seria uma forma de haver um controlo por parte do tribunal, se o Zé cumpriu com tudo”, garantiu o causídico.
Mas os motivos para José Castelo Branco sorrir não se ficam por aqui. No mesmo dia, as autoridades pediram a Roger Basile que respondesse às acusações de ter retirado bens do socialite do mesmo apartamento. “O Roger tem que explicar bem quais foram os bens e por que é que os tirou”, atirou ainda Pedro Nogueira Simões.





