O universo da perfumaria alimentou-se, durante largos anos, da ideia de que tínhamos de encontrar uma fragrância para fazer dela a nossa assinatura. Há quem ainda pense assim, é certo, mas esse modus operandi nem sempre permite estar em constante movimento. Dos frascos demasiado volumosos para a mala a formatos de viagem difíceis de encontrar, reaplicar perfume fora de casa continua a ser um pequeno luxo pouco prático. É precisamente aí que entra a mais recente criação da Next Memory.
Chama-se The Traveller e inaugura uma nova assinatura estética da marca, através de uma elegante silhueta hexagonal revestida a pele, que, a par de ser extremamente útil, faz qualquer pessoa encará-lo quase como um objeto de coleção. O conceito distingue-se também pela liberdade que oferece, sendo que pode ser recarregado com qualquer perfume, de qualquer marca, permitindo que cada pessoa transporte a sua fragrância de eleição sem depender de versões travel size ou frascos miniatura.
Apesar das dimensões compactas – cinco mililitros, suficientes para dezenas de pulverizações –, o cuidado está nos detalhes. O revestimento em pele, as 12 cores inspiradas em diferentes paisagens e identidades portuguesas e a possibilidade de gravar uma inicial, como já é apanágio da Next Memory (que se popularizou precisamente por isto), fazem com que cada peça tenha um caráter verdadeiramente pessoal.
A campanha estende-se ainda a outras propostas da marca, como o Perfume Sólido e o já icónico Pastel de Nata Eau de Parfum, uma das criações mais reconhecidas da etiqueta. A partir desta quarta-feira, 29 de julho, junta-se também The Reflection, um espelho compacto (também ele personalizável e sujeito a uma mão cheia de combinações para torná-lo absolutamente único), cuja lista de espera já se encontra aberta.
O The Traveller já está disponível nas boutiques da NEXT MEMORY, em Lisboa e no Porto, bem como na loja online da marca, por 49€. O lançamento marca ainda o início da campanha NM Airways, uma narrativa que transporta o universo da marca portuguesa para o imaginário das viagens – e faz sentido, portanto, que o protagonista desta história seja precisamente um objeto concebido para acompanhar quem está sempre de partida.









