Cláudio Ramos foi acusado de preconceito depois de ter Ana Rita Barros como convidada no programa ‘Dois às Dez’, onde o apresentador afirmou que não podia normalizar ter alguém que pesasse 120kg no formato.
Recorde-se: Cláudio Ramos acusado de preconceito! Cristina Ferreira reage: “Dê-lhe um desconto…”
Esta situação gerou polémica, a própria convidada chegou a dizer que se sentiu “atacada”. Na conta do Instagram, Cláudio Ramos partilhou a sua publicação habitual de domingo. No entanto, esta publicação em específico, veio acompanhada de um texto, onde o apresentador falou da polémica que foi gerada. Na legenda começou por escrever: “Parece que de repente o mundo se divide entre gordos e magros, mas não. O mundo divide-se entre boas e más pessoas e eu sou dos que aprecia as boas, porque a mim importa zero se são gordos, magros, pretos, brancos, amarelos, verdes, se usam óculos ou lentes de contacto, cabelo liso ou caracóis, se são altos ou baixos. A mim importa que sejam livres e felizes. É nisso que se baseia a minha forma de estar”. O comunicador justificou-se: “Sou super a favor de discutir temas e acho que também aqui o mundo se divide. Os que aproveitam para discutir de forma interessante e outros que, na escuridão onde vivem, veem aqui uma luz para aparecer. Não condeno, mas questiono os que falam de empatia e usam o ódio para tentar passar os argumentos que não têm. Comigo não adianta, já expliquei que não me tira o sono“.
“O objetivo é influenciar…”
O apresentador prosseguiu: “No entanto, convém lembrar que a obesidade é uma doença e um dos enormes problemas que a OMS luta para combater. Obviamente não acho que a felicidade se defina pelo peso da balança mas é um problema de saúde. Eu seria mais feliz sem os problemas de saúde que tenho, e tendo alguns, falo portanto por experiência própria”. Cláudio Ramos aproveitou ainda para deixar um recado sobre o assunto: “Mas este é o meu ponto de vista que considera também que nenhuma pessoa com excesso de peso tem que se esconder ou deixar de fazer o que entende pelo que lhe diz a balança ou o espelho, no entanto tem a obrigação de não passar a mensagem irresponsável de que se pode comer fritos, chocolates e beber refrigerantes todos os dias e alegremente ser-se preguiçoso quando o objetivo é influenciar jovens. Mas isto sou eu, que não me deixo influenciar por ninguém e como dois litros de gelado por semana!”.
Ao terminar, o comunicador deixa ainda um apelo: “Somos todos iguais. Mais iguais numas coisas do que noutras. Não se destruam porque não nos adianta. Mesmo!”.
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